Quais são os malefícios do consumo excessivo de frutose?

Pesquisas sugerem que o consumo excessivo de frutose exerce efeito lipogênico, ou seja, induz a síntese de lipídios e está associado com os componentes da síndrome metabólica, como resistência à insulina, circunferência da cintura elevada, dislipidemia e hipertensão.

A frutose é um monossacarídeo naturalmente encontrado nas frutas e no mel, mas as maiores fontes do seu consumo excessivo são através da sacarose (50% de glicose e 50% de frutose) e do xarope de milho rico em frutose, encontrado em alimentos e bebidas industrializados, como refrigerantes, sucos, cereais matinais e alimentos pré-preparados.

Inicialmente, a frutose foi pensada como adoçante potencialmente benéfico para pacientes com diabetes mellitus, devido ao seu menor índice glicêmico em comparação com a glicose. No entanto, os distúrbios metabólicos causados pelo excesso de frutose, principalmente os aumentos da resistência à insulina e triacilglicerois (TG) hepáticos, não justificam a aplicação desse componente para esses pacientes.

Embora caloricamente idêntica à glicose, o metabolismo da frutose (particularmente o metabolismo hepático) difere da glicose em vários aspectos importantes. A taxa de absorção hepática da frutose via circulação portal é maior do que a taxa de captação de glicose.
Estudos recentes indicam que o aumento global da obesidade e do diabetes do tipo 2 em adultos jovens pode estar relacionado com o aumento do consumo de alimentos adoçados artificialmente com frutose. A hipótese que prevalece em relação aos mecanismos pelos quais a frutose promove síndrome metabólica concentra-se na sua natureza lipogênica. A indução de lipogênese pela frutose aumenta a deposição de TG no tecido adiposo (obesidade) e outros tecidos, tais como fígado (esteatose hepática) e músculo, resultando em resistência à insulina, dislipidemia e aumento da circunferência da cintura. No entanto, os mecanismos envolvidos e sua relação com a hipertensão ainda estão sendo estudados.



Matéria NutriTotal

Cabelos! O que comer para embelezarmos eles?!

Vamos falar sobre um assunto muito visado pelas mulheres principalmente, cabelos! O que fazer e o que comer para deixá-los mais bonitos? Vou comentar um pouquinho sobre a alimentação no caso, o que poderia contribuir para embelezarmos mais nossos cabelos e conseqüentemente obter saúde para todo o resto.
De acordo com o médico e tricologista Luciano Barsanti, diretor do Instituto do Cabelo (São Paulo), presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia e autor do livro “Dr. Cabelo”, uma boa alimentação é fundamental, pois o elemento básico da formação dos cabelos é a proteína. “É fundamental que uma dieta saudável para os cabelos contenha uma quantidade significativa dessa substância, encontrada nas carnes, peixes, ovos e na soja”, explica o especialista.
Vejamos então os principais nutrientes que devem constar na nossa alimentação no dia-a-dia:
- Minerais, como o ferro, cujas fontes são o fígado, carnes vermelhas, gema de ovo e os vegetais verde-escuros;
- Vitaminas do complexo B, principalmente as B2, B6 e B12. Elas são fundamentais para a saúde dos cabelos. Queda de fios, cabelos grisalhos ou muito ralos podem ser sintomas de baixos níveis destas vitaminas. As melhores fontes são os grãos, cereais e vegetais de cor verde escuro;
- Zinco é um elemento muito importante no metabolismo protéico e as fontes são o leite, os moluscos e o farelo de trigo. Nutriente que tem relação com a manutenção de uma pele saudável, pois é necessário para o processo de cicatrização e de produção de colágeno. O zinco também estimula o crescimento de pelos e a produção de novas células;
- Cálcio, que pode ser ingerido por meio de laticínios em geral;
- Selênio, enxofre e a biotina, encontrados em alimentos como fígado, carnes e levedo de cerveja. Esses nutrientes têm função antioxidante, que protege as células da ação danosa dos radicais livres, prevenindo assim o envelhecimento do organismo;
- Alimentos com Queratina. A queratina é responsável pelo fortalecimento e brilho. Entre outras funções, essa proteína dá aquele aspecto vistoso aos cabelos e à pele. É encontrada na carne branca, leite ou bebida de soja, peito de peru e queijo
Uma dieta balanceada deve ser formada da ingestão mínima de 8 a 10 copos de água por dia; deve conter em torno de 30% de proteínas e o restante, composto por carboidratos, vitaminas e sais minerais.

6 alimentos que barram o envelhecimento

Enquanto a ciência e a medicina buscam incessantemente novos artifícios e produtos para combater o envelhecimento, alguns dos ingredientes da fonte da juventude podem estar no prato. Uma alimentação mais natural, com quantidades significativas de frutas, legumes e verduras, aliada a hábitos de vida saudáveis, como prática de esportes, menos estresse e sono regular, pode adiar o aparecimento dos primeiros sinais do tempo na pele.

 Uma dieta rica em nutrientes que ajudam na prevenção do envelhecimento precoce não faz milagre. Não é da noite para o dia que a pele melhora. Isso acontece no longo prazo, pelo menos três meses. Para alcançar o resultado mais rapidamente, o ideal é consumir de cinco a seis porções de alimentos benéficos por dia.

Às pessoas que já têm a pele um pouco envelhecida, o resultado pode ser potencializado se os ingredientes forem tomados em forma de suco. É importante aumentar as quantidades e colocar todas as frutas de uma vez, passando em um aparelho como o ‘juicer’, para ficar com todas as vitaminas. E o melhor é tomar em jejum para que o organismo absorva melhor os nutrientes.

A seguir, VEJA alguns dos melhores itens que podem ajudar no rejuvenescimento.

Maçã
Além de atuar no controle do colesterol e dificultar a absorção de gorduras, a maçã é indicada por sua ação anti-inflamatória, na prevenção de celulite, por melhorar a aparência da pele e eliminar toxinas. Rica em fibras, vitaminas do complexo B e sais minerais como fósforo e ferro, a maçã também purifica o sangue e ajuda a resolver problemas intestinais, que muitas vezes surtem efeitos negativos na pele.

Mamão
Por ter função laxativa, o mamão é responsável por melhorar o aparelho intestinal e, consequentemente, dar mais saúde à pele. Essa fruta ainda possui vitamina C, betacaroteno e licopeno, poderosos antioxidantes que combatem os radicais livres que causam o envelhecimento precoce da pele. Quando absorvidos pelo corpo, essas substâncias interrompem os danos causados às células, inclusive da pele.

Tomate
Assim como o mamão, o tomate também é rico em licopeno em sua composição e ainda leva vitaminas dos complexos A e B, fósforo, potássio, ácido fólico e cálcio. Esse grupo de nutrientes dá ao fruto a propriedade de combater o envelhecimento, devido às substâncias antioxidantes que carrega.

Couve
O potencial da couve para ajudar na batalha contra o envelhecimento não está apenas no fato de ela ser rica em fibras e ajudar na desintoxicação e no trato intestinal. Essa verdura é também rica em vitaminas C e do complexo B, e, além de agir contra o estresse (muito prejudicial à pele), combate os radicais livres e contribui para uma pele mais vistosa e brilhante.

Frutas vermelhas
Morango, amora, uva, açaí e outras frutas vermelhas são ricas em vitamina C e cianidina, uma substância que dá o pigmento avermelhado e serve para proteger as plantas dos raios ultravioleta. Esses nutrientes conferem a essas frutas a propriedade de proteger o organismo contra toxinas e melhorar a condição dos vasos sanguíneos e a circulação do sangue. Além, claro, do grande efeito antioxidante que elimina os radicais livres e melhora a pele.

Própolis
Por ser um medicamento natural e ajudar na prevenção e tratamento de diversas doenças, como gripes e resfriados, essa substância obtida pelas abelhas fortalece o sistema imunológico.
Como se isso não bastasse, o própolis tem grande quantidade de aminoácidos, vitaminas dos complexos A e B e bioflavonoides. Por isso, entre outros benefícios, ele ajuda a tratar queimaduras, tem ação antioxidante, cicatrizante e regeneradora.



Matéria Exame.com

Óleo de coco, entenda um pouco mais sobre seus benefícios

Como todos sabemos o óleo de coco está sendo muito comentado em ralação ás "Dietas da Moda" de hoje. Todos querem comprar e usar como se fosse uma fórmula mágica para perder peso e gordura.

Porém, não é bem assim que funciona, precisamos ter muito com senso e ajuda de profissionais qualificados para usarmos estes produtos.

Entenda um pouco sobre os benefícios:

Foi realizado uma pesquisa de intervenção no ambulatório de cardiologia de Valparaíso de Goiás. A amostra foi composta de 32 pacientes, hipercolesterolêmicos, 50% do sexo feminino, idade média de 48 anos. Todos os pacientes foram suplementados com 30 mL/dia de óleo de coco extravirgem durante três meses.
Analisou-se o peso corporal, o índice de massa corporal, o perímetro abdominal, a relação abdômen-quadris, o consumo alimentar (recordatório de 24 horas), assim como lipidograma completo, glicemia de jejum, apolipoproteínas (apo) A-I e B, proteína C reativa ultrassensível (PCR-us), lipoproteína (a) [Lp(a)] e fibrinogênio antes e depois da suplementação.
Após a suplementação com óleo de coco, observou-se redução significativa do peso, índice de massa corporal, relação abdômen-quadris, perímetro abdominal, triglicérides, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL-c) e PCR-us, bem como aumento significativo nas concentrações de apo A-I.

A análise da glicemia de jejum evidenciou no inicio do estudo que os participantes foram classificados como intolerantes à glicose, uma vez que a média obtida dos valores de glicemia de jejum foi superior a 100 mg/dL. Com a suplementação com óleo de coco extravirgem essa média foi reduzida a valores de normalidade, embora não tenha apresentado significância estatística.

Observou-se, também, tendência à redução do colesterol total, lipoproteína de baixa densidade (LDL-c) e Lp(a), assim como um ligeiro aumento de lipoproteína de alta densidade (HDL-c) e fibrinogênio, porém esses resultados não foram significativos.

Os resultados sugerem que a suplementação dietética com óleo de coco extravirgem é capaz de exercer benefícios no perfil lipídico e cardiovascular de indivíduos dislipidêmicos.

Porém, isso deve ser em conjunto a uma vida saudável, ou seja, prática de atividade física e dieta, pois os indivíduos que apenas ingerem o óleo e vivem uma vida sedentária e uma alimentação incorreta, acabam não tendo resultados significativos e podendo até prejudicar a saúde destes indivíduos.

Fonte:
Artigo Original: EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO DIETÉTICA COM ÓLEO DE COCO NO PERFIL LIPÍDICO E CARDIOVASCULAR DE INDIVÍDUOS DISLIPIDÊMICOS, 2011.

Excesso de açúcar é um dos maiores problemas de saúde pública mundial

Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia publicou em uma das maiores revistas científicas do mundo, Nature, um comentário sobre os efeitos deletérios do açúcar no organismo e afirma a necessidade de regulamentação do seu consumo.

Os autores Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis abordam o tema com o título “Public health: The toxic truth about sugar”, que significa “Saúde pública: A verdade tóxica sobre o açúcar”. Eles afirmam que o consumo em excesso de açúcar representa perigos à saúde, por isso a sua ingestão deve ser controlada, da mesma forma como ocorre com o controle do consumo de álcool e cigarro.

O alerta surgiu a partir de dados publicados pelas Nações Unidas em setembro de 2011 relatando pela primeira vez que as doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardíacas, câncer e diabetes superaram as doenças infecciosas, atingindo 35 milhões de mortes anualmente.

O anúncio das Nações Unidas teve como alvo o tabaco, o álcool e a dieta como os fatores de risco principais para o desenvolvimento das doenças não transmissíveis. “Dois desses três, o tabaco e o álcool, são regulados pelos governos para proteger a saúde pública. Porém, está sendo esquecido um dos principais culpados pela crise mundial de saúde, a dieta”, alertam os autores. Entretanto, a questão chave, segundo os autores, é: quais os aspectos da dieta ocidental deve ser o foco de intervenção?

“Ao invés de focar somente em gordura e sal, considerados atualmente como os vilões da dieta, devemos dar atenção também para os alimentos com adição de açúcar”, destacam os autores.

Os autores argumentam que existem diversas evidências científicas mostrando que o consumo excessivo de açúcar está relacionado com doenças associadas à síndrome metabólica, que inclui hipertensão; triglicerídeos elevados e resistência à insulina; diabetes e o processo de envelhecimento precoce. Alguns estudos mostram também que o consumo de açúcar está relacionado ao câncer e declínio cognitivo.

Além disso, o açúcar produz efeitos que causam dependência ao seu consumo, assim como o tabaco e o álcool, agindo no cérebro para estimular o consumo posterior. Especificamente, o açúcar evita a supressão do hormônio grelina (que sinaliza a fome para o cérebro), bem como interfere no transporte e sinalização do hormônio leptina (que ajuda a produzir a sensação de saciedade).

“A regulamentação do açúcar não será fácil, sobretudo nos países em desenvolvimento, onde os refrigerantes são muitas vezes mais baratos do que a água potável ou leite. Reconhecemos que a intervenção da sociedade para reduzir a oferta e demanda de açúcar enfrentará uma difícil batalha política e exigirá a participação ativa de todos os interessados. É hora de voltar nossa atenção para o açúcar”, concluem.

Matéria NutriTotal

Páscoa, conheça os diferentes tipo de chocolate e saiba para qual dar preferência

Hoje já sabemos que o chocolate não é mais um vilão para quem quer perder peso e sim, pode acabar ajudando na saciedade e consequentemente na perda de peso.

Através de um estudo feito por um dinamarquês, foi visto que o chocolate amargo promoveu mais saciedade e acabou ajudando na questão de "beliscar" ao longo do dia, o que resultou em uma ingesta menor de calorias no dia. A quantidade seria de 30 a 40 gramas para o lanche do meio da manhã aproximadamente.

O porquê desse efeito ainda é incompreendido. Existe a suspeita de que ele ocorra graças a substâncias do alimento que agem como as anfetaminas, suprimindo a vontade de comer.

E aqui vão as diferenças e semelhanças de um doce trio:

AMARGO

Entram na sua composição as sementes de cacau, um mínimo de manteiga de cacau, pouco açúcar e nada de leite. Seu sabor peculiar se deve à maior quantidade de massa do fruto do cacaueiro. O ideal para a saúde seria de 70-80% de cacau. Uma barra de 30 gramas fornece 150 calorias.

AO LEITE

Licor e manteiga de cacau, açúcar, leite, leite em pó ou leite condensado. Calorias em 30 gramas: 159.

BRANCO

Muita gente não o considera digno de ser classificado como chocolate. Isso porque as sementes de cacau não fazem parte da fórmula desse alimento. Para obter o tipo branco, a indústria se vale de uma mistura de leite, açúcar, manteiga de cacau e lecitina. São 164 calorias em 30 gramas.

Alerta:

Cuidado com o diet

Uma das discussões fica em torno dos chocolates diet. Este tipo tem menos ou não tem açúcar e geralmente é direcionado aos diabéticos, mas o apelo sobre o fato de não ter açúcar pode enganar quem quer diminuir a ingestão de calorias. O chocolate diet normalmente tem mais gordura para ficar com a consistência cremosa. Por isso é preciso comê-lo com cuidado.

Ótima Páscoa para todos!!!

Refrigerantes diet aumentam acúmulo de gordura na cintura

Os refrigerantes diet sempre estiveram relacionados a hábitos saudáveis, já que contêm poucas calorias. Mas eles podem ser extremamente prejudiciais à saúde, apontam pesquisas recentes. Segundo dados apresentados em uma conferência da Associação Americana de Diabetes, o consumo regular do refrigerante dietético resultou em um aumento até 70% maior na circunferência da cintura em relação às pessoas que não consomem a bebida. Esses refrigerantes ainda aumentariam os riscos de diabetes tipo 2, síndrome metabólica, derrame e doenças cardíacas.

No estudo, pesquisadores pela Escola de Medicina da Universidade do Texas analisaram dados de 474 adultos durante quase dez anos. Os voluntários informaram a frequência da ingestão do refrigerante diet e tiveram a circunferência da cintura, altura e peso medidos em quatro momentos diferentes. O objetivo era rastrear qualquer relação entre a bebida e o acúmulo de gordura no corpo com o passar do tempo.

Ao fim do estudo, os pesquisadores perceberam que a média da cintura de todos os participantes tinha aumentado. Mas aquelas pessoas que consumiam periodicamente refrigerantes diet tiveram um aumento 70% maior do que os que não consumiam refrigerantes de qualquer espécie. o período entre a primeira e a última medição foi nove anos e seis meses. Entre os consumidores mais vorazes, que bebem dois ou mais refrigerantes diet ao dia, o aumento na cintura foi de 500%.

Os motivos exatos que relacionam a bebida ao acúmulo de gordura abdominal, no entanto, não foram descobertos pela equipe de pesquisadores. Uma das hipóteses é a de que essas bebidas enganariam o cérebro, já que alimentos doces tendem a ser altamente calóricos, o que não acontece com a bebida. Assim, o cérebro estaria recebendo uma resposta errada do refrigerante, por causa do seu gosto doce. Algumas pesquisas afirmam que isso levaria o organismo a acumular mais gordura de reserva; outras, que isso aumentaria o apetite por alimentos altamente calóricos para suprir a lacuna criada pela bebida.


Fonte: Revista Veja