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Saiba para que serve a Dextrose

Esse suplemento é mais conhecido como glicose e surge através da mudança das enzimas do amido de milho, sendo a mais importante fonte energética do corpo. Isso porque, para produzir a glicose, o corpo usa gordura, carboidrato e proteína, mas a parte mais usada é o próprio carboidrato. A dextrose é um monossacarídeo e é classificado como um carboidrato simples, já que a estrutura de suas moléculas é pequena. Nesse caso, a absorção e digestão da dextrose são rápidas, de poucos minutos que aumenta os níveis de glicose sanguíneos.

O índice glicêmico da glicose é por volta dos 100 e isso promove a liberação da insulina. Ela, por sua vez, transporta a glicose para as células vindo do sangue. Nesse transporte também estão presentes proteínas se o corpo disponibilizarem as mesmas. Sendo assim, a dextrose é considerada perfeita para ingerir junto com whey protein depois de um exercício físico.

Esse monossacarídeo é completo para dar energia mais rápido ao corpo a fim de que possa ser praticado uma atividade. Além de abastecer os níveis de açúcar no sangue.

As proteínas juntas com os carboidratos atuam melhor na absorção pelo corpo. Depois de treinar num ritmo intenso, os músculos necessitam muito de proteína e glicose. Os shakes anabólicos, portanto, devem conter proteínas e carboidratos que tenham um nível de glicose alto. Então é por esse fato que tomar whey protein e dextrose junta é tão recomendado.

É recomendável ingerir dextrose após os treinos, se o seu caso for uma melhor e mais rápida recuperação dos músculos. Todas as pessoas que praticam esportes ou exercícios físicos podem tomar dextrose. Ela foi elaborada para suprir os desgastes provocados pelas atividades intensas. Já diabéticos devem realizar um exame ou consultar um nutricionista ou médico, já que o nível de glicose desse suplemento é alto. Por isso é necessária muita atenção. O tempo para consumir dextrose é indefinido, pois é um carboidrato feito a partir do milho, ou seja, não resulta em efeitos ruins para o organismo.

Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.


Conheça um pouco mais sobre a Albumina/Clara de Ovo e seus benefícios na Atividade Física

O que é a albumina?

A albumina é uma proteína de alto valor biológico presente principalmente na clara do ovo, no leite e no sangue. É freqüentemente usada por praticantes de musculação como uma fonte protéica.

Quais os benefícios da Albumina?

· Formação de enzimas que regulam a produção de energia
· Ganho de massa muscular magra
· Evitar os níveis elevados de gordura no organismo
· Entre outros:

Mais de 50% da vitamina B2 do ovo estão na clara. Nela, estão todos os aminoácidos essenciais e não-essenciais, além das vitaminas no complexo B e 12 minerais, como zinco e manganês. Além de ser uma fonte barata de proteínas, a clara tem uma boa biodisponibilidade, ou seja, o organismo consegue absorver com facilidade seus nutrientes. “E é um fator para a formação de fibras musculares, elásticas e colágenas. Sintetizadas a partir de seus aminoácidos essenciais”, diz o endocrinologista Tércio Rocha.
O melhor modo de consumir a Albumina é misturá-la em sucos de frutas, de preferência as que sejam ricas em vitamina C. Isso porque a vitamina C ajuda na absorção e fixação destes aminoácidos.
Nem todos, porém, devem acrescentar claras à alimentação. Pessoas com problemas renais devem evitá-las, já que o excesso de proteínas pode agravá-los e ainda levar à formação de cálculos. “Proteínas realmente têm resultados satisfatórios no aumento de massa muscular. Mas para isso, o consumo precisa ser proporcional à demanda calórica e protéica", adverte a professora do Instituto de Nutrição da UERJ, Cláudia Valéria Cardim da Silva. Ela enfatiza que há limites para este consumo. Não sendo absolutamente bem dosado, toda esta proteína em excesso pode provocar uma sobrecarga dos rins e do fígado. Logo, quem quer ganhar músculos e não correr riscos deve buscar orientação especializada. Assim, previne erros e exageros.

Glutamina no Esporte

A glutamina é o aminoácido mais abundante no sangue e nos tecidos, principalmente nos músculos. Em humanos, a glutamina representa cerca de 20% do total dos aminoácidos. Não é considerado um aminoácido essencial porque pode ser sintetizado pelo organismo. Portanto, em algumas condições como esforço físico intenso, a concentração intracelular e plasmática desse aminoácido diminui em até 50%.

Assim, quando a demanda é maior que a produção estabelece-se um quadro de deficiência de glutamina.

GLUTAMINA X EXERCÍCIO

A primeira evidência de que a glutamina possui propriedades metabólicas importantes surgiu dos trabalhos desenvolvidos por Eagle em 1955, que demonstrou a importância para o crescimento e manutenção das células.

Durante o exercício físico, ocorrem estimulação e resposta imediata do metabolismo energético muscular, variando de acordo com a intensidade e duração do esforço. O treinamento, por sua vez, também provoca adaptações, que são mais ou menos duradouras, dependendo dos mecanismos envolvidos. A intensidade e duração do exercício são determinantes para a utilização da glicose, ácidos graxos ou aminoácidos, sendo o consumo da glicose e produção de ácido lático predominantes. Já para os exercícios de longa duração e intensidade leve ou moderada, são utilizados também os ácidos graxos e aminoácidos.

Os aminoácidos de cadeia ramificada (valina, leucina e isoleucina) são, juntamente com a glutamina, os mais abundantes no tecido muscular e os mais importantes energeticamente. No papel modulador na síntese protéica, a glutamina parece estar relacionada à regulação metabólica desempenhada pelo estado de hidratação celular, promovida pela entrada do aminoácido na célula, que serviria como um estímulo para a síntese e/ou inibição da degradação protéica e do glicogênio muscular resultando em maior hipertrofia muscular.

FUNÇÃO IMUNE

Treinamentos intensos e exercícios prolongados, associados com períodos de recuperação insuficientes, são freqüentemente relacionados à depressão da função imune e a maior incidência de infecções das vias respiratórias. Isso ocorre devido ao fato de que os exercícios acima mencionados provocam diminuição na concentração plasmática de glutamina, não apenas durante o exercício, mas também por várias horas e até mesmo dias, durante a recuperação, pois o estresse induzido pelo exercício parece ser o fator de desequilíbrio entre a produção/liberação e captação/utilização da glutamina.

Em condições normais, a glutamina é produzida e liberada pelos músculos em quantidade excedentes àquelas utilizadas pelos linfócitos. Contudo, o treinamento pode induzir alterações no processo de síntese de glutamina nos músculos esqueléticos, diminuindo a disponibilidade desse aminoácido para as células do sistema imune, podendo provocar imunodepressão, tornando os atletas mais susceptíveis a processos infecciosos. O que pode ocorrer juntamente com esse processo é a alteração de alguns hormônios como a adrenalina, cortisol, hormônio do crescimento e b-endorfina.


Matéria da RG Nutri

Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.

Creatina, como funciona?

O QUE É ?

A Creatina é sintetizada no organismo a partir de 2 aminoácidos: glicina e arginina, obtidos a partir da degradação de proteínas da dieta ou dos tecidos. É um composto que combinado com fosfato forma elemento altamente energético encontrado nos músculos.

QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?

A fosfocreatina (creatina fosfato ou CP) mantém a concentração de ATP constante e em altos níveis nos músculos esqueléticos. É a principal molécula de ressíntese de ATP nos primeiros 10 segundos de atividades máximas. A quantidade de CP disponível é provavelmente um dos fatores mais importantes para a fadiga após o exercício de alta intensidade e curta duração.

QUAIS AS POSSÍVEIS VANTAGENS NO EMPREGO DA CREATINA?

A suplementação de creatina pode aumentar a creatina intramuscular em 1/3, o que favorece a formação de creatina fosfato e por sua vez, ajuda a manter uma potência máxima ou quase máxima durante mais tempo que o habitual. A creatina aumenta a força para exercícios de alta intensidade e pequena duração (até 30 segundos), como nos sprints, saltos, deslocamentos rápidos com mudança de direção. Também é considerada por estimular o crescimento muscular. Quando sua concentração é aumentada pela suplementação, a ressíntese de ATP é mais eficiente e a recuperação, mais rápida.

CREATINA X FUNÇÃO RENAL

A principal função renal é manter o balanço homeostático em relação a fluidos, eletrólitos e solutos orgânicos. O rim também age no controle da pressão sanguínea, na produção de glóbulos vermelhos na medula óssea e na produção da forma ativada vitamina D, que atua na absorção intestinal do cálcio.
A creatina é perdida pelo corpo na forma de creatinina, que é um constituinte natural da urina, utilizado em exames bioquímicos para medir a capacidade funcional dos rins.
Um nível elevado de proteína dietética provoca um aumento na produção e excreção da uréia, podendo causar assim uma sobrecarga funcional nos rins.

A UTILIZAÇÃO DA CREATINA PODE TRAZER ALGUM RISCO À SAÚDE ?

Não existem estudos publicados que comprovem a associação da suplementação da creatina com danos renais e/ou hepáticos ou ainda cãibras musculares.

Matéria da RG Nutri
Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.

BCAAS e Exercícios

Os aminoácidos de cadeia ramificada, popularmente conhecidos como BCAAs, sigla derivada de sua designação em inglês Branched Chain Amino Acids, compreendem 3 aminoácidos essenciais: leucina, isoleucina e valina, encontrados, sobretudo em fontes protéicas de origem animal (HENDLER & RORVIK, 2001).

BCAA e síntese protéica muscular

Estudos com suplementação de aminoácidos de cadeia ramificada demonstram que essa estratégia nutricional pode ser efetiva na promoção do anabolismo protéico muscular e diminuição da lesão muscular pós-exercício. No processo de síntese protéica muscular, destaca-se, entre os aminoácidos de cadeia ramificada, a leucina, que induz a estimulação da fosforilação de proteínas envolvidas no processo de iniciação da tradução do RNA mensageiro, o que desse modo, contribui para a estimulação da síntese protéica (ROGERO & TIRAPEGUI, 2007).
Cabe ressaltar que a administração oral de leucina produz um ligeiro e transitório aumento na concentração de insulina plasmática, fato este que também estimula a síntese protéica (ROGERO & TIRAPEGUI, 2007).

BCAA e fadiga central

A fadiga decorrente do exercício físico é um fenômeno complexo cujas causas parecem depender do tipo, intensidade e duração do exercício (FITTS, 1994). Para efeito de discussão, a fadiga pode ser definida como um conjunto de manifestações produzidas por trabalho ou exercício prolongado, que tem como conseqüência redução ou prejuízo na capacidade funcional de manter ou continuar o rendimento esperado (ROSSI & TIRAPEGUI, 2000). Na fadiga central, os mecanismos relacionados à ocorrência seriam a hipoglicemia e a alteração plasmática na concentração de aminoácidos de cadeia ramificada e triptofano (NEWSHOLME & BLOMSTRAND, 2006).
O triptofano é um aminoácido essencial, tanto para homens como animais. Entre suas diversas funções está a de precursor do neurotransmissor serotonina, o que influencia no sono, comportamento, fadiga, ingestão alimentar, entre outros. O triptofano pode ser encontrado na corrente sangüínea na forma livre (10%) ou ligado a proteínas transportadoras (90%). Em exercícios de longa duração, o organismo passa a utilizar os lipídeos como fonte de energia, fazendo assim com que o triptofano possa circular em grande quantidade na forma livre pela corrente sangüínea. Assim, quando existe grande quantidade circulante deste aminoácido, possivelmente ocorre uma maior síntese do neurotransmissor serotonina, um dos grandes responsáveis pela ocorrência da fadiga central. A suplementação de BCAAs tem sido sugerida na hipótese de competir com o triptofano livre na corrente sangüínea, diminuindo assim a síntese de serotonina e consequentemente prevenindo a ocorrência de fadiga central (ROSSI & TIRAPEGUI, 2004).

Matéria da RG Nutri

Aprendendo a utilizar Whey Protein

O Whey Protein, ou a proteína do soro do leite, em português, é uma das proteínas de maior valor biológico existente. Suas frações protéicas apresentam elevados índices de aminoácidos essenciais, dentre esses os BCAAs e aminoácidos sulfurados, como cisteína e metionina.

Suas principais frações protéicas são a alfa-lactoalbumina e a beta-lactoglobulina, além de frações apresentando menores concentrações. Alguns indivíduos possuem alergias ao leite, muito pela ingestão dessas frações protéicas.

O Whey Protein é um produto muito difundido hoje em dia, e é vendido legalmente em qualquer loja de suplemento e até mesmo em farmácias. O que muitos não sabem, é que a grande maioria dos produtos é de baixíssima qualidade e apresentam altos níveis de gorduras saturadas, colesterol, sódio e carboidratos.

Quando for adquirir Whey Protein, infelizmente o preço diz muito: quanto mais caro, melhor. Normalmente a melhor hora para tomá-lo é logo após o treino, quando o corpo está sedento por aminoácidos. Porém, sempre alie a ingestão protéica pós-treino com algum carboidrato de alto índice glicêmico, liberando insulina e inserindo aminoácidos no tecido muscular para reparo de fibras danificadas. Uma boa proporção é 1g de proteína para 2g de carboidrato de alto índice glicêmico, tentando variar o tipo de carboidrato, o mel por exemplo, é uma ótima opção.

Para leigos, Whey Protein é um tipo de proteína, e ponto final. O fato é que existem subgrupos dentro do whey protein que devem ser conhecidos para melhor aproveitamento do suplemento, dependendo da hora de ingestão. Temos basicamente três tipos de whey proteins:

1.Whey Protein Hydrolisate (WPH) - é o whey protein tratado enzimaticamente, sendo que grandes cadeias de aminoácidos são reduzidas, clivadas, produzindo cadeias menores que são muito mais facilmente assimiladas pelo intestino delgado. Como consequência, a velocidade de absorção dos peptídeos é maior, quando comparada a outros tipos de whey protein. Tal subgrupo de whey protein deve ser ingerido preferencialmente após o treino, horário que o corpo está mais suscetível a aproveitar rapidamente a disponibilidade de aminoácidos e, qualquer atraso no metabolismo protéico pode vir a causar lesões nas fibras, e não uma reparação.

2.Whey Protein Isolate (WPI) - é o subgrupo comercializado mais comumente nas farmácias e lojas especializadas. Esse tipo de whey protein tem uma taxa de absorção moderada, sendo adequado para ingestão no café da manhã ou mesmo pós-treino, na ausência do WPH. O WPI passa por alguns processos industriais que reduzem o tamanho da cadeia protéica, mas não ao mesmo ponto de processamento do WPH.

3.Whey Protein Concentrate (WPC) - este é o subgrupo do whey protein com menor peso bruto protéico por dose. Esse produto apresenta uma taxa de absorção e digestão lenta, sendo melhor ingeri-lo ao longo do dia, como alternativa para aumentar o valor protéico de uma refeição. Normalmente o preço desse subgrupo é o mais baixo, quando comparado aos outros.

É importante conhecer esses subgrupos para nos orientar sobre a composição protéica dos produtos que compramos e vemos nas prateleiras. Muitas vezes o rótulo é pouco explicativo, e letras minúsculas descrevem realmente a composição do produto. A partir de agora, sejam mais atentos ao Whey Protein e verifique o rótulo inteiro, e não somente o grande "WHEY PROTEIN" escrito. Além disso, é importante também verificar a tabela de composição nutricional e o aminograma do produto. Aminograma é a tabela que descreve a quantidade de cada aminoácido por porção no produto. Quanto maiores os níveis de aminoácidos essenciais, principalmente BCAAs, melhor costuma ser o produto. Atente também para os níveis de glutamina, um aminoácido importantíssimo na recuperação muscular e no bom funcionamento do sistema imunológico.

Você pode misturá-lo na água ou no leite. Aqui vai uma receitinha para auxiliá-lo no consumo do Whey Protein:

Whey Protein
1 xíc. (chá) de água gelada
1 polpa de morango
1 banana
1 castanha-do-pará
gelo à vontade

Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.

Quais são as principais propriedades da cafeína?


Evidências científicas sugerem que o consumo moderado de cafeína pode exercer efeitos benéficos sobre vários sistemas fisiológicos. Uma revisão bibliográfica publicada em 2010 destacou que o consumo moderado (200-300 mg) da cafeína possui as propriedades de:

1) Diminuir a fadiga mental;
2) Aumentar o gasto energético de repouso;
3) Diminuir a sensação de esforço associado à atividade física;
4) Melhorar o desempenho físico, motor e cognitivo;
5) Aumentar a capacidade de concentrar e focar a atenção;
6) Reforçar a memória de curto prazo;
7) Aumentar a capacidade de resolver problemas que requerem raciocínio;
8) Aumentar a capacidade de tomar decisões;
9) Melhorar a coordenação neuromuscular.

Pesquisa confirmou uma destas propriedades quando observou que após 20 minutos do consumo de 100 mg de cafeína, indivíduos saudáveis apresentaram aumento da atividade neural em áreas cerebrais associadas com a atenção durante a execução de atividades que exigiam o uso de memória de curto prazo como, por exemplo, armazenar número de telefone por alguns minutos.

A cafeína (1,3,7-trimetilxantina) pertence a uma classe de compostos chamada xantina que apresenta estrutura química semelhante ao neurotransmissor adenosina. Esta substância possui ação farmacológica sobre o sistema nervoso central, pois pode aumentar a eficiência das redes neurais do córtex cerebral.

Existem relatos que devido a sua estrutura química ser semelhante a adenosina, a cafeína pode potencializar a neurotransmissão pós-sináptica no sistema nervoso simpático e, com isso, estimular o aumento do gasto energético.

Este efeito foi observado em um estudo científico em que homens saudáveis tiveram aumento significativo do gasto energético após 30 minutos da ingestão de cafeína em dose superior a 50 mg. Este efeito persistiu por pelo menos 4 horas, aumentando em 6% no gasto energético de repouso total.

Em um estudo foi mostrado que o consumo de 100 mg de cafeína, 2 horas e meia antes da atividade física, melhorou o desempenho de ciclistas.

Entretanto, cabe ressaltar que o consumo excessivo de cafeína pode causar efeitos adversos, como irritabilidade, dores de cabeça, insônia, diarreia e palpitações do coração.
Matéria da Nutritotal

Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.






Levedo de Cerveja para que serve?

O levedo ou levedura de cerveja é um fermento natural usado na fermentação da cerveja. Porém pode ser consumido na sua forma em pó ou em cápsulas, pois é um excelente protetor natural do organismo contra a poluição e radiações além de ser uma ótima fonte de vitaminas, principalmente as do complexo B, e sais minerais. Além disso, é também ajuda no sistema imunológico, no stress e na fadiga, e também a auxiliar o fígado na desintoxicação do organismo.

Ele ajuda também a deixar a pele mais saudável, recompõe a flora intestinal e desintoxica o intestino, auxilia no tratamento de hemorróidas e prisão de ventre, é recomendado nos casos de distúrbios nervosos e diabetes. É um excelente cicatrizante, aumenta as defesas do organismo, ótimo para problemas de pele como acne, eczemas e furúnculos, indicado para casos de deficiências de vitaminas, anemias, infecções, resfriados e intoxicações.

Como ele é uma ótima fonte de vitaminas do complexo B, ajuda a manter a integridade dos sistemas digestivos e nervosos, auxilia na falta de memória e concentração, irritação, depressão, cansaço físico e mental.

A levedura de cerveja contém, além de todas as vitaminas do complexo B (colina, biotina e inositol), vitamina A, sais minerais como cromo, zinco, cálcio, ferro, fósforo e selênio. Também possui proteínas e aminoácidos, carboidratos complexos, fibras dietéticas e ergosterol (precursor de vitamina D).

É um excelente repositor de vitaminas e minerais, e também é usado como complemento para dietas de emagrecimento. Para tanto deve ser consumida junto com sucos, antes das refeições para ajudar a diminuir o apetite, devido ao seu alto valor protéico.

Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B.

Pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturado a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grandes partes de suas substâncias benéficas.

Lembre-se: Sempre consultar um profissional habilitado para indicação de um suplemento específico.