Semente de Chia elimina gordura e traz benefícios para saúde

Este alimento é originário da Colômbia e do México e era usado pelos povos que habitavam essas regiões desde 2 mil a.C. Os estudos comprovam que essa semente é muito benéfica ao organismo, devido à grande concentração de nutrientes.

Fibra

A semente de chia apresenta alto teor de fibras, nutriente essencial para o bom funcionamento do organismo. As fibras apresentam a capacidade de promover saciedade, pois em contato com líquido no interior do estômago formam uma espécie de “gel” que dilata o estômago.

Estudos apontam que o consumo da chia pode auxiliar na perda de peso, pois auxilia na redução do apetite. Além disso, a formação desse “gel” aumenta o volume do bolo fecal, facilitando a eliminação das fezes e melhorando o funcionamento do intestino. O “gel” formado pela fibra em contato com líquido auxilia ainda no tratamento e prevenção de doenças como diabetes e doenças cardiovasculares. Parte da glicose e gordura em excesso permanecem retidos na fibra, sendo eliminados através das fezes.

Proteína

Outra característica é que a semente apresenta maior teor de proteína quando comparada a outros cereais como o milho, o arroz, a aveia, a cevada e o trigo. Por isso, o consumo da chia pode beneficiar vegetarianos, pois complementa o fornecimento deste nutriente na dieta.

A chia pode ser utilizada na alimentação de crianças, adolescentes e gestantes, por ter nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. Praticantes de atividades físicas também podem se beneficiar do consumo desta semente, já que estes indivíduos necessitam de maior aporte protéico quando comparados a indivíduos sedentários.

Vitaminas e Minerais

Chia é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, de minerais como: cálcio, fósforo, magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre. “Por ser boa fonte de cálcio é uma excelente opção para aqueles que apresentam osteopenia e osteoporose. Para crianças e gestantes, o cálcio é importante para a formação da massa óssea”, explica Thais.

Antioxidantes

Os radicais livres são produzidos diariamente em nosso organismo, durante a respiração, digestão dos alimentos, exposição à poluição, dentre outros. Os radicais livres podem danificar as células levando desde envelhecimento precoce até doenças como câncer. Os antioxidantes são capazes de bloquear o efeito prejudicial dos radicais livres. A maioria dos antioxidantes são encontrados em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes e cereais integrais. Importantes antioxidantes encontrados nas sementes de chia são o ácido caféico e ácido clorogênico. Estudos indicam que o consumo de altos níveis de alimentos e bebidas ricos em compostos antioxidantes podem proteger contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

Qual a diferença entre bebidas isotônicas e energéticas?

Apesar das bebidas isotônicas e energéticas terem sido desenvolvidas para melhorar o desempenho esportivo, este produto possui diferenças na composição nutricional, por isso o consumo deve ser feito com objetivos diferentes. A bebida isotônica tem o objetivo de repor as perdas hidroeletrolíticas durante a prática de exercícios, enquanto a bebida energética, por ter ação estimulante, tem o objetivo de aumentar a concentração e a resistência durante o exercício.

As bebidas isotônicas são líquidos que apresentam osmolaridade muito próximo a dos fluidos corporais (280-340 mosmol/kg). Essa propriedade faz com os isotônicos sejam rapidamente absorvidos após o consumo.

Neste sentido, o termo isotônico refere-se à tonicidade, ou seja, diz respeito à concentração iônica de um líquido em relação ao sangue. Um líquido pode ser hipotônico, quando sua concentração é menor que a do sangue, hipertônico quando a concentração é maior ou isotônico quando a concentração é igual a do sangue.

As bebidas isotônicas são consideradas suplementos hidroeletrolíticos com o objetivo de evitar a desidratação durante a prática esportiva.

Os isotônicos geralmente apresentam em sua composição básica sódio, potássio, cloreto e glicose, além de conter corantes, aromatizantes artificiais e conservantes. Podem ser encontrados na forma de pós, concentrados ou líquido pronto para beber.

As bebidas isotônicas devem conter baixo teor de carboidratos para garantir um rápido esvaziamento gástrico e levar menos tempo para atingir os tecidos que necessitam de hidratação e, assim, garantir uma rápida e eficiente reposição hidroeletrolítica. Além disso, não devem ser gaseificadas, pois os gases podem causar a distensão das paredes intestinais e a sensação de peso no estômago.

As bebidas energéticas, por sua vez, têm como principal característica a presença de substâncias com ação estimulante do sistema nervoso central na sua composição. Elas foram desenvolvidas para melhorar a resistência física, reações mais velozes, aumentar a concentração, evitar sono, proporcionar sensação de bem-estar, estimular o metabolismo e ajudar a eliminar substâncias nocivas do organismo humano.

De modo geral, as bebidas energéticas possuem em sua composição básica sacarose, glucose, taurina (400 mg/100ml a 1000 mg/250ml), inositol, cafeína (15-32 mg/100ml a 80 mg/250ml), glucoronalactona, vitaminas do complexo B e vitamina C, acidulantes (ácido cítrico ou ácido pantotênico), reguladores de acidez (citrato de sódio), conservantes, corantes e aromatizantes.

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Suplementação nutricional melhora estado nutricional de pacientes com Alzheimer

Pesquisadores brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) publicaram na revista Nutrition Journal estudo demonstrando que a suplementação nutricional via oral é mais eficaz do que apenas a educação nutricional para melhorar o estado nutricional de pacientes com doença de Alzheimer (DA).

O estudo foi prospectivo e randomizado que avaliou, durante seis meses, 90 indivíduos (≥ 65 anos) com doença de Alzheimer, divididos em três grupos: grupo controle (n=27), grupo educação (n=25) e grupo suplementação (n=26).

Os participantes do grupo controle foram monitorados por avaliações nutricionais mensais e não receberam nenhuma intervenção nutricional. A intervenção no grupo educação consistiu de um programa educacional voltado para os cuidadores de cada paciente, em que participaram de 10 aulas interativas entre os profissionais e cuidadores. As aulas foram desenvolvidas com temas relevantes para as necessidades de intervenção nutricional, tais como: a importância da nutrição na doença, mudanças de comportamento durante as refeições, refeições atraentes, constipação, hidratação, administração de medicamentos, deglutição, suplementação nutricional, falta de apetite e esclarecimento de dúvidas. Os pacientes do grupo suplementação receberam suplementação nutricional via oral (em pó diluída em água), duas vezes ao dia (totalizando 680 kcal) durante seis meses, além da dieta habitual. Todos os participantes foram avaliados mensalmente quanto ao estado clínico e nutricional.

O déficit cognitivo de pacientes com Doença de Alzheimer é considerado como fator de risco para perda de peso e desnutrição, aumentando o risco de infecções, desenvolvimento de úlcera de pressão e má cicatrização, o que pode prejudicar a qualidade de vida.

O grupo suplementação apresentou aumento significativo nas medidas antropométricas, índice de massa corporal, circunferência do braço e área muscular do braço, em comparação com o grupo controle e educação. Ao final do estudo, o IMC do grupo educação foi significativamente maior em comparação com o grupo controle. O grupo suplementação também se mostrou superior a todos os outros grupos em relação aos níveis sanguíneos de proteínas totais que foram significativamente maiores e na contagem total de linfócitos.

“No Brasil, não existem estudos de pacientes ambulatoriais com qualquer tipo de suplementos nutricionais por via oral. No entanto, este estudo indica claramente que é importante que todos os profissionais de saúde, envolvidos no tratamento de pacientes com Doença de Alzheimer, sejam capazes de detectar a presença de déficits nutricionais. Isso permite que os profissionais de saúde encaminhem o paciente para um profissional de saúde qualificado, que possa instituir a intervenção nutricional adequada”, destacam os autores.

“A suplementação nutricional oral deve ser parte da dieta usual desses pacientes, como forma de fornecer nutrientes adicionais e, assim, contribuir para a melhoria do estado nutricional de pacientes com Doença de Alzheimer”, concluem.

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Conheça tudo sobre a Ricota

A ricota é um tipo de queijo obtido a partir do soro do leite o que a diferencia de outros tipos de queijos tornando-a mais leve e pobre em gordura.

Geralmente vem sem sal, e ada 50 gramas possui aproximadamente 69 calorias.

O alimento destaca-se na composição e fortalecimento de ossos e dentes por ser rico em cálcio, sendo que também é indicado na obtenção de massa muscular, por possuir as mesmas calorias de alguns tipos de suplementos.
Além das propriedades nutricionais a ricota é bastante versátil na culinária sendo utilizada no preparo de pratos doces e salgados como esfihas, tortas, patês e bolos.

Benefícios

Alta digestibilidade devido ao perfil de aminoácidos que compõe suas proteínas;
Presença de vitaminas (A, D, E, B) e minerais (zinco, iodo, selênio, potássio e fósforo);
Alto teor de cálcio, importante para a formação e manutenção de ossos e dentes, prevenção da osteoporose, e diferentes funções orgânicas.

Proteinas

O consumo de proteínas a cada dia é importante, porque o seu corpo utiliza proteínas de sua dieta para gerar proteínas dentro de suas células e tecidos. A quantidade de proteínas de que necessita diariamente depende do seu nível de atividade, o peso corporal e composição, mas em geral todos devem consumir pelo menos 0,8 g de proteína em sua dieta por 1 kg de peso corporal, recomenda a Universidade de Harvard . Uma porção de meia xicara de ricota semidesnatada contém cerca de 14,1 g de proteína, enquanto a ricota de leite integral contém 14 g.

Contra-indicações

Queijos frescos, pouco dessorados e fermentados, contêm de 3 a 4g de lactose por 100g de produto e assim como todo derivado de leite, a ricota traz contra-indicações para diabéticos por aumentar o nível de glicose e, para pessoas com intolerância a lactose.

Sanduiche de Ricota

Rendimento: 2 porções

Ingredientes

- 4 fatias de pão integral light,
- 1 xícara de chá de ricota amassada,
- 1 cenoura pequena ralada, tomate-cereja,
- folhas de rúcula
- 2 colheres de sopa de maionese light.

Preparo

Em uma frigideira antiaderente, doure as fatias de pão e reserve. Misture a ricota à maionese até obter uma pasta homogênea (se quiser reforçar a acidez do sabor, acrescente uma colher de chá de mostarda); parta os tomates-cereja ao meio e rasgue as folhas de rúcula com as mãos.

Espalhe metade da mistura de ricota em uma fatia de pão e monte as folhas de rúcula, a cenoura ralada e os tomates-cereja fatiados. Cubra com a outra fatia de pão.

Atenção: O que é obesidade sarcopênica?

A obesidade sarcopênica está associada com mudanças na composição corporal ocorrida no envelhecimento, incluindo aumento da gordura corporal e redução da força e massa muscular.

A sarcopenia é uma síndrome caracterizada pela perda progressiva e generalizada da força e massa muscular, que ocorre em consequência do envelhecimento. Assim, quando a sarcopenia está associada ao aumento de massa gorda em decorrência da obesidade, trata-se da obesidade sarcopênica.

Dentre as alterações ocorridas com a idade, o aumento da gordura corporal está relacionado com pior qualidade de vida, limitação funcional e menor desempenho físico, quando comparado com a diminuição da massa muscular isolada ocorrida na sarcopenia.

A obesidade sarcopênica vem se tornando prevalente na população de idosos. Além do próprio processo de envelhecimento, esta doença pode ser desenvolvida precocemente, devido aos padrões alimentares inadequados, sedentarismo, doenças crônicas e tratamentos medicamentosos.

Diversos estudos mostram que a obesidade sarcopênica representa uma condição negativa para a saúde do idoso, devido ao aumento do risco de quedas e fraturas, diminuição da capacidade de realizar atividades da vida diária, perda de independência, além de estar associada com aumento da mortalidade.

"Por isso temos que ficar sempre atentos á uma Alimentação Saudável e a prática regular de Atividade Física ao decorrer de nossas vidas."


 
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Sorvete de Chocolate sem Lactose

O que é Intolerância à Lactose?

É a incapacidade de aproveitarmos a lactose, ingrediente característico do leite animal ou derivados (laticínios) que produz alterações abdominais, na maioria das vezes, diarréia, que é mais evidente nas primeiras horas seguintes ao seu consumo.

E aqui vai uma deliciosa receita de sorvete de chocolate sem Lactose:

Ingredientes

2 copos “tipo requeijão” de bebida à base de soja sabor chocolate
¼ pacote de gordura vegetal (125 g)
2 ovos
5 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher de café de baunilha
1 colher de chá de emulsificante

Modo de preparo

1. Ferva a bebida à base de soja;
2. Em um liquidificador, coloque a gordura vegetal, os ovos, e o
açúcar;
3. Em seguida adicione a bebida à base de soja fervente e bata por 5
minutos;
4. Coloque a mistura em um recipiente e espere esfriar;
5. Depois de fria, leve a mistura ao freezer por mais ou menos 3 horas
ou até que esteja congelada;
6. Tire do freezer e pique em pedaços grandes;
7. Coloque os pedaços em uma batedeira e adicione o cacau em pó e a
baunilha;
8. Misture bem;
9. Em seguida adicione o emulsificante e misture novamente;
10. Não deixe que a mistura fique totalmente líquida;
11. Depois de bater bem, coloque novamente no recipiente e leve ao
freezer por, pelo menos, 4 horas;
12. Sirva gelado;

Tempo de preparo: 1h + 6h de freezer

Rendimento: 12 porções (650g de sorvete)

Valor nutricional: Porção de 80g (1 bola pequena) - 180,5 Kcal


Veja as diferenças entre a Batata Doce e a Batata Inglesa

Ambos os alimentos são cheios de vitaminas e carboidratos de moderado ou baixo índice glicêmico.

É importante saber a diferença entre os dois, pois são alimentos que diferem bastante em seus índices glicêmicos.

A batata-doce ganha em vários aspectos. Ela tem mais carboidratos, vitamina A, tiamina, riboflavina, ácido ascórbico, sódio, fósforo e cálcio. Além disso, seu índice glicêmico é mais baixo que o da batata inglesa, sendo uma ótima escolha para refeições ao longo do dia. O IG (índice glicêmico) da batata-doce é 77, enquanto que o da batata inglesa, cozida, é de 91. O consumo de batata-doce evita um pico de insulina que em último caso levaria a um acúmulo de gordura.

Muitos atletas, incluindo fisiculturistas, preferem a batata-doce à batata-inglesa nas fases de treinamento, tanto na de ganho de peso, quanto na de perda de gordura.

A batata inglesa, apesar de perder em vários aspectos, pode ser explorada quanto ao seu índice glicêmico elevado. Em uma refeição pós-treino, a batata inglesa é uma ótima escolha, ainda mais se for amassada ou cozida no vapor, aumentando ainda mais seu IG. Como funciona esse processo?

Como dito anteriormente, o índice glicêmico é uma grandeza que mede a velocidade com a qual a glicemia (nível de glicose no sangue) aumenta. Assim, alimentos mais simples de serem degradados, digeridos e absorvidos têm normalmente um índice glicêmico maior, justamente porque serão absorvidos mais rapidamente na forma de glicose e de outros monossacarídeos, aumentando a glicemia.

No caso da batata inglesa, se pegarmos uma batata inteira e amassarmos, vamos facilitar bastante a digestão na boca e no intestino delgado. Facilitando a digestão, vamos acelerar a absorção pelas células do intestino delgado. Como a velocidade de absorção é maior, assim também é o índice glicêmico de uma batata amassada, se comparado ao de uma batata inteira.

Isso pode ser usado para diversos alimentos, como tubérculos, frutas, cereais, etc. Quanto menores forem as partículas do alimento, maior será o "novo" índice glicêmico.

Seja no almoço, lanche ou jantar, a batata-doce e a batata inglesa são opções de carboidrato que não podem faltar no dia-a-dia de um atleta ou de um indivíduo saudável. Ambos são alimentos excelentes, com uma quantidade considerável de carboidratos, vitaminas e minerais.